Aquelas mãos já me eram conhecidas de calos passados. Conhecidas por minhas mãos, meu rosto, meu corpo.
Em um abraço, trocavam-se mais que cumprimentos. Os opostos já gritavam na ânsia de se atrair.
Amizade furta-cor, na qual se haviam lacunas, se encontrava entre a primeira e a terceira intenção. Descoberta, apenas, pela força de um destino especial.
Ah, era ela quem guardava a resposta que inquieta até mentes privilegiadas.
Beleza real é contemplar a amizade e o amor, agindo na naturalidade, imaturalidiade, unindo o singular ao plural.
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Olá, moça!
ResponderExcluirQue bom que enfim deixastes um recado pra mim! Fico feliz que você curta meu blog e tenha se sentido inspirada pelo que escrevo! Sinta-se sempre bem-vinda(bem-vindos também são os comentários)e não deixe de escrever. Escrever faz um bem danado pra alma!
Beijo, querida.