Eu, que sou egoísta e choro, sim.
Eu, que sou cheia de defeitos e imperfeições.
E você, que neste momento, talvez, esteja me julgando por minhas auto-condenações.
Mais uma vez, eu, que só desejo um mundo melhor e que essas aflições passem.
“E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo,
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo...”
(Álvaro de Campos)



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